Quando…
É jovem, não tem experiência
É velho, está superado
Não tem automóvel, é um coitado
Tem automóvel, chora de “barriga cheia”
Fala em voz alta, vive gritando
Fala em tom normal, ninguém escuta
Não falta ao colégio, é um Caxias
Precisa faltar, é turista
Conversa com os outros professores, está falando mal do aluno
Não conversa, é desligado
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos
Dá pouca matéria, não prepara os alunos
Brinca com a turma, é metido a engraçado
Não brinca com a turma, é um chato
Chama à atenção, é um grosso
Não chama à atenção, não sabe se impor
A prova é longa, não dá tempo
A prova é curta, tira a chance do aluno
Escreve muito, não explica
Explica muito, o caderno não tem nada
Fala corretamente, ninguém entende
Fala a “língua do aluno”, não tem vocabulário
Exige, é rude
Elogia, é debochado
O aluno é reprovado, é perseguição
O aluno é aprovado, “deu mole”
É, o professor está sempre errado
Mas, se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele.
Fonte: Folhas no Caminho
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domingo, 26 de setembro de 2010
Atenção professores... O menininho
Nós professores precisamos ter muito cuidado com nossas atitudes em sala de aula. Devemos incentivar a criatividade do aluno e sua produção!
sábado, 21 de agosto de 2010
Informática com supervisão.
Segundo especialistas, crianças podem usar computador aos 3 anos de idade, com moderação
MARIA REHDER, maria.rehder@grupoestado.com.br
As mãos são pequenas, mas já manuseiam o mouse e até clicam nos diferentes links de cores e jogos que o computador oferece. O uso da tecnologia é realidade em muitas pré-escolas, onde crianças a partir de 3 anos acessam sites e interagem com plataformas digitais criadas para elas. Especialistas em tecnologia e em desenvolvimento infantil, porém, são unânimes: o uso do computador nessa faixa etária só é saudável quando feito com moderação e oferecido junto com vasto leque de atividades, como brincadeiras, movimento corporal e interação com outras crianças.
O acesso ao computador em casa também merece atenção. Os personagens mais admirados pelos pequenos, como Hello Kitty, Barbie e Turma da Mônica, já estão reproduzidos em jogos que podem ser facilmente acessados pela internet.
A empresária Maria Luiza Giudicissi Valente, mãe de João, 5 anos, conta que o menino tem tido acesso esporadicamente à internet na escola, mas que não é incentivado a usar o computador em casa. Os professores de João levam a cada quinze dias um laptop para as crianças ajudarem na produção do conteúdo do site da escola. “A prioridade é a brincadeira. Às vezes ele joga game com o pai, mas somos contra ao uso do computador nessa idade.”
A coordenadora da brinquedoteca da PUC-SP, Maria Angela Barbato Carneiro, diz que é fundamental os pais averiguarem se a escola não deixa o número de horas do uso da tecnologia ultrapassar o tempo gasto com outras atividades. É importante estimular atividades que façam as crianças perceber diferentes cheiros, sabores e movimentos. A tecnologia deve ser apenas uma entre as diferentes atividades. “O mais prudente é dar o acesso à tecnologia a partir dos 4 ou 5 anos porque aos três a questão da imagem fala muito forte o que pode criar condicionantes para a criança só ficar na frente do computador.”
Uma orientação importante é que os adultos estimulem as crianças a entender o que estão fazendo no computador. O problema do excesso da tecnologia é que em muitos casos a criança tende a apenas apertar botões para fazer uma série de repetições, o que exige boa agilidade manual, mas não lhe permite descobrir nada novo.
Maria Angela diz que a criança pequena aprende por processo imitativo. Na prática, se gosta do que está fazendo, tende a repetir inúmeras vezes até criar um hábito. “Aí que mora o perigo. Se isso não for dosado, essa criança se torna um aluno que recorta e cola e não apreende conteúdos.”
O neuropediatra da Unifesp, Mauro Muszkat, cita alguns cuidados importantes. “Essa fase é essencialmente lúdica. É preciso garantir na pré-escola mais atividades artísticas, de movimento corporal, do que atividades de instruções.” A ressalva feita pelo neuropediatra é que o computador tem de ser apenas uma das interfaces entre o educador e a criança.
De olho no conteúdo
Em uma mesma sala, alunos de 5 anos com colegas de 60. Quando a professora diz para pegarem o mouse, os pequenos imediatamente pousam a mão sobre o equipamento. Já os mais velhos, o tiraram da mesa e o seguraram. A experiência é citada pela pedagoga Ana Teresa Ralston, gerente de projetos educacionais da Microsoft, para mostrar que a tecnologia já faz parte do cotidiano dos pré-escolares.
A discussão, segundo ela, não é sobre o uso ou não da tecnologia, mas a forma e o tempo dedicados. “É preciso bom senso. Os adultos têm de explorar o recurso junto com a criança. Devem supervisionar o que é acessado”, orienta.
FIQUE DE OLHO
O site www.navegueprotegido.org traz dicas para pais e educadores sobre o acesso
à internet feito por crianças
Crianças de até seis anos têm de contar com a supervisão dos adultos enquanto utilizam
o computador para jogar ou acessar a internet
MARIA REHDER, maria.rehder@grupoestado.com.br
As mãos são pequenas, mas já manuseiam o mouse e até clicam nos diferentes links de cores e jogos que o computador oferece. O uso da tecnologia é realidade em muitas pré-escolas, onde crianças a partir de 3 anos acessam sites e interagem com plataformas digitais criadas para elas. Especialistas em tecnologia e em desenvolvimento infantil, porém, são unânimes: o uso do computador nessa faixa etária só é saudável quando feito com moderação e oferecido junto com vasto leque de atividades, como brincadeiras, movimento corporal e interação com outras crianças.
O acesso ao computador em casa também merece atenção. Os personagens mais admirados pelos pequenos, como Hello Kitty, Barbie e Turma da Mônica, já estão reproduzidos em jogos que podem ser facilmente acessados pela internet.
A empresária Maria Luiza Giudicissi Valente, mãe de João, 5 anos, conta que o menino tem tido acesso esporadicamente à internet na escola, mas que não é incentivado a usar o computador em casa. Os professores de João levam a cada quinze dias um laptop para as crianças ajudarem na produção do conteúdo do site da escola. “A prioridade é a brincadeira. Às vezes ele joga game com o pai, mas somos contra ao uso do computador nessa idade.”
A coordenadora da brinquedoteca da PUC-SP, Maria Angela Barbato Carneiro, diz que é fundamental os pais averiguarem se a escola não deixa o número de horas do uso da tecnologia ultrapassar o tempo gasto com outras atividades. É importante estimular atividades que façam as crianças perceber diferentes cheiros, sabores e movimentos. A tecnologia deve ser apenas uma entre as diferentes atividades. “O mais prudente é dar o acesso à tecnologia a partir dos 4 ou 5 anos porque aos três a questão da imagem fala muito forte o que pode criar condicionantes para a criança só ficar na frente do computador.”
Uma orientação importante é que os adultos estimulem as crianças a entender o que estão fazendo no computador. O problema do excesso da tecnologia é que em muitos casos a criança tende a apenas apertar botões para fazer uma série de repetições, o que exige boa agilidade manual, mas não lhe permite descobrir nada novo.
Maria Angela diz que a criança pequena aprende por processo imitativo. Na prática, se gosta do que está fazendo, tende a repetir inúmeras vezes até criar um hábito. “Aí que mora o perigo. Se isso não for dosado, essa criança se torna um aluno que recorta e cola e não apreende conteúdos.”
O neuropediatra da Unifesp, Mauro Muszkat, cita alguns cuidados importantes. “Essa fase é essencialmente lúdica. É preciso garantir na pré-escola mais atividades artísticas, de movimento corporal, do que atividades de instruções.” A ressalva feita pelo neuropediatra é que o computador tem de ser apenas uma das interfaces entre o educador e a criança.
De olho no conteúdo
Em uma mesma sala, alunos de 5 anos com colegas de 60. Quando a professora diz para pegarem o mouse, os pequenos imediatamente pousam a mão sobre o equipamento. Já os mais velhos, o tiraram da mesa e o seguraram. A experiência é citada pela pedagoga Ana Teresa Ralston, gerente de projetos educacionais da Microsoft, para mostrar que a tecnologia já faz parte do cotidiano dos pré-escolares.
A discussão, segundo ela, não é sobre o uso ou não da tecnologia, mas a forma e o tempo dedicados. “É preciso bom senso. Os adultos têm de explorar o recurso junto com a criança. Devem supervisionar o que é acessado”, orienta.
FIQUE DE OLHO
O site www.navegueprotegido.org traz dicas para pais e educadores sobre o acesso
à internet feito por crianças
Crianças de até seis anos têm de contar com a supervisão dos adultos enquanto utilizam
o computador para jogar ou acessar a internet
O que faz um bom gestor?
Para responder essa pergunta é preciso olhar para três áreas distintas: a escola, o cliente e o funcionário. Nesse sentido, um bom gestor precisa ter as seguintes características:
- Ser visionário: saber para onde pode levar a empresa e se esse “poder” está em concordância com o que quer a diretoria.
- Ser fornecedor: dar informações à equipe, para que esta possa trabalhar em conformidade com o que os clientes da escola realmente precisam.
- Ser protetor: impedir que outros gerentes de outros setores “contaminem” a equipe com pensamentos improdutivos ou pedidos inadequados. Cada setor deve ter a sua responsabilidade.
Fonte: Prof. Gerard M. Blair
Processos cíclicos
Em alguns momentos, seja para crescer, para diminuir, para trocar de endereço ou aumentar o público atendido, as escolas precisam se reorganizar. Reorganização implica em algumas mudanças. No entanto, nem sempre esses processos – que deveriam ser naturais – são bem conduzidos. A falta de jeito para orientá-la pode causar muitos transtornos. Previna quaisquer conflitos atendo-se a seis passos fundamentais para um processo de mudança saudável:
1- Permita que todos conheçam as razões da mudança.
2- Esteja presente para gerir o processo.
3- Antes de qualquer outra ação, realize um detalhado diagnóstico organizacional.
4- Defina a direção a ser tomada e revele-a para todos.
5- Estabeleça um plano estratégico de mudança e distribua funções.
6- Monitore e avalie o processo constantemente, até a sua finalização.
Além de tomar esses cuidados é preciso estar aberto ao diálogo. Muitas dúvidas povoarão a mente da sua equipe durante o processo e é importante que você esteja preparado para dar explicações consistentes.
Gerenciando conflitos
Problemas entre pais e professores, entre professores e alunos, entre dois professores, entre a coordenação e um professor específico. Por incrível que pareça, esses são apenas alguns pontos de possíveis conflitos a serem vistos dentro da escola. Então, como gerenciá-los?
Enxergar: A primeira alternativa – e também a mais importante – é, uma vez ciente do problema, não negá-lo. Pelo contrário, é preciso mostrar que sabe o que está acontecendo.
Ouvir: Evite pré-julgamentos. Chame os atores do conflito separadamente e ouça-os com empatia. “Dar razão” a alguém nesse momento é algo que você realmente não deve fazer.
Investigar: Converse com outras pessoas de dentro da escola para ouvir o que elas sabem a respeito da situação. Mas seja discreto e peça o mesmo a seus ajudantes.
Resolver: Por fim, chame os participantes do conflito, converse com ambos, procure resolver o problema de forma não-violenta e exponha pontos positivos daquele conflito (o que cada um aprendeu com isso).
Aceitar: Às vezes, por mais assertivo que você seja, o pai do aluno pode seguir firme na decisão de tirá-lo da escola, por exemplo. E ele tem o direito de fazer isso. Portanto, coloque sua opinião e dê-lhe opções para continuar dentro da escola, mas não impeça a mudança.
Aprender: Observe a situação depois de finalizada e pergunte-se o que você aprendeu com ela. Isso vai lhe dar ferramentas para agir de maneira mais articulada em outras ocasiões delicadas, que certamente virão
- Ser visionário: saber para onde pode levar a empresa e se esse “poder” está em concordância com o que quer a diretoria.
- Ser fornecedor: dar informações à equipe, para que esta possa trabalhar em conformidade com o que os clientes da escola realmente precisam.
- Ser protetor: impedir que outros gerentes de outros setores “contaminem” a equipe com pensamentos improdutivos ou pedidos inadequados. Cada setor deve ter a sua responsabilidade.
Fonte: Prof. Gerard M. Blair
Processos cíclicos
Em alguns momentos, seja para crescer, para diminuir, para trocar de endereço ou aumentar o público atendido, as escolas precisam se reorganizar. Reorganização implica em algumas mudanças. No entanto, nem sempre esses processos – que deveriam ser naturais – são bem conduzidos. A falta de jeito para orientá-la pode causar muitos transtornos. Previna quaisquer conflitos atendo-se a seis passos fundamentais para um processo de mudança saudável:
1- Permita que todos conheçam as razões da mudança.
2- Esteja presente para gerir o processo.
3- Antes de qualquer outra ação, realize um detalhado diagnóstico organizacional.
4- Defina a direção a ser tomada e revele-a para todos.
5- Estabeleça um plano estratégico de mudança e distribua funções.
6- Monitore e avalie o processo constantemente, até a sua finalização.
Além de tomar esses cuidados é preciso estar aberto ao diálogo. Muitas dúvidas povoarão a mente da sua equipe durante o processo e é importante que você esteja preparado para dar explicações consistentes.
Gerenciando conflitos
Problemas entre pais e professores, entre professores e alunos, entre dois professores, entre a coordenação e um professor específico. Por incrível que pareça, esses são apenas alguns pontos de possíveis conflitos a serem vistos dentro da escola. Então, como gerenciá-los?
Enxergar: A primeira alternativa – e também a mais importante – é, uma vez ciente do problema, não negá-lo. Pelo contrário, é preciso mostrar que sabe o que está acontecendo.
Ouvir: Evite pré-julgamentos. Chame os atores do conflito separadamente e ouça-os com empatia. “Dar razão” a alguém nesse momento é algo que você realmente não deve fazer.
Investigar: Converse com outras pessoas de dentro da escola para ouvir o que elas sabem a respeito da situação. Mas seja discreto e peça o mesmo a seus ajudantes.
Resolver: Por fim, chame os participantes do conflito, converse com ambos, procure resolver o problema de forma não-violenta e exponha pontos positivos daquele conflito (o que cada um aprendeu com isso).
Aceitar: Às vezes, por mais assertivo que você seja, o pai do aluno pode seguir firme na decisão de tirá-lo da escola, por exemplo. E ele tem o direito de fazer isso. Portanto, coloque sua opinião e dê-lhe opções para continuar dentro da escola, mas não impeça a mudança.
Aprender: Observe a situação depois de finalizada e pergunte-se o que você aprendeu com ela. Isso vai lhe dar ferramentas para agir de maneira mais articulada em outras ocasiões delicadas, que certamente virão
O que é ensinar?
Em “O que é ensinar” de Regis de Morais, o autor descreve várias definições sobre o conceito de ensinar, vejamos os encontrados:
“Ensinar é, levantando o saldo real de uma experiência, confrontar isso com os resultados produzidos e falar do que vivemos e avaliamos.”
“Ensinar visa à compreensão, à sabedoria de vida. O ensinar é um amplo movimento de vida entre o educador e o educando.”
“O exercício de ensinar deve permanecer vinculado ao intento de promover as condições necessárias para, transcendendo o instruir e o adestrar, auxiliar o encontro de sua sensibilidade com a pluralidade rica do viver.”
“Ensinar do latim popular i-signare, marcar com um sinal. De onde se vai vendo que todos os efeitos que se exercem sobre uma mente são efeitos ensinantes”
“O ensinar tem direta implicação ao detonar da criatividade do educando”
“Ensinar é a ultrapassagem da coexistência para a convivência.”
“Ensinar acaba sendo quase que a arte de degelar as relações sem cair em intimidades indiscretas e indevidas.”
“Ensinar é hoje transpor as mediações negativas de uma sociedade objetal (voltada para o ter) para atingir contra variações dos obstáculos, a sensibilidade e a inteligência do educando.”
“Ensinar é um processo que corre no leito do momento histórico com todas as suas condicionantes.”
“Ensinar é expor-se ao educando”
“Ensinar é tentar fazer com os alunos uma jornada que lhe fique de forma positiva, inesquecível.”
“Ensinar é um processo de desencadear, é tornar claro o choque entre ignorância e informação, entre alienação e consciência político – social, entre perplexidade e compreensão, entre o feijão e o sonho”
“Ensinar é auxiliar o educando a romper com velhos vícios maniqueístas de pensamento, isto é, formas simplistas e perigosas de olhar para vida, aprisionando uma realidade múltipla e fugidia.”
“Ensinar é sim uma forma de intervir em vidas humanas, mas pelo convite e não pela invasão.”
“Ensinar é mesmo uma tarefa de totalidade, no sentido de que cabe aos ensinantes algo diferente de mostrarem só o lado lúdico do chamado ensino-aprendizagem; cabe ao professor querer tentar, sinceramente, contribuir para que seus alunos divisem no horizonte amplo de viver.”
“Ensinar é intervir enquanto isto nada tenha a ver com o autoritarismo das invasões da vida alheia.”
“Ensinar é provocar um encontro sensível e inteligente com a vida, compete muito aquele que ensina mostrar aos seus alunos a importância de ser vulnerável ao outro.”
No livro o autor esboça a nova fisionomia que deve alcançar o ensino e nos faz uma critica a educação para o vestibular e não para a vida.
O ambiente escolar segundo o autor está enfermo, deve-se encontrar o ponto de equilíbrio entre o principio de libertação e o principio da disciplina.
No ambiente familiar onde o ensino se inicia, o modelo de família atual se apresenta ausente e a sociedade só se preocupa em produzir e produzir, enquanto se estes pais passassem mais tempo com seus filhos quantos aprendizados eles teriam a cada momento. E em muitos casos a criança fica na TV, nos jogos eletrônicos que transmitem coisas que nada tem a acrescentá-las.
Para ele o ideal seria que os alunos desde cedo exercitassem a escolha de seus caminhos, para pintar peixes da cor que emergem em suas águas interiores.
Para pensar na nova face do ensino é importante não dispensar as lições mais preciosas do passado e não mais viver ensinando para o vestibular.
A leitura do livro foi muito agradável, me fez refletir sobre a educação e o ensinar em várias definições interessantes.
Por fim, podemos citar (CE.Bloch). “No futuro habitam todas as possibilidades”, mas devemos nos preocupar que como o remador, para chegar ao destino o que importa é remar bem agora.
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