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quarta-feira, 27 de outubro de 2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
Mensagem especial para o dia dos professores.
Ser professor (a)
Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem a esta.
Enquanto professores...
Somos mágicos,
Ao fazermos malabarismo com diversas situações que atingem nossa imagem
e a vida pessoal.
Somos atores,
somos atrizes,
que interpretam a vida como ela é , sentimos e transmitimos emoções
Ao conviver com tantas performances.
Somos médicos,
ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família,
pela carência de tempo ao viver a própria infância.
Somos psicólogos
Ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura
Que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a se fazer.
Somos faxineiros,
Ao tentarmos lavar a alma dos pequenos,
Das mazelas que machucam estes seres tão frágeis
E tão heróico ao mesmo tempo.
Somos arquitetos,
Ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se
Adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar
em cada profissão existente um traço de nós professores. Contudo, ser professor,
ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos
é a profissão mais difícil, a mais necessária.
Ser professor é ser essência,
Não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando.
Às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção
Cada dia um desafio
Cada aluno uma lição
Cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias
“não sei o que aqui faço, por que aqui fico?”
Fica a certeza de que...
Educar parece latente, é obstinação.
Pulsa firme em nossas veias,
Professor ama e odeia seu oficio de ensinar
Oficio que arde e queima
Parece mágica ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos
O segredo está em seus alunos, na sua sala de aula, na alegria de ensinar
A realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom... tem que gostar.
Autor desconhecido
sábado, 21 de agosto de 2010
Pais maus.
(Dr. Carlos Hecktheuer)
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu vos amei o suficiente para lhes ter perguntado aonde iam, com quem iam e a que horas regressariam.
Eu vos amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e ter feito com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu vos amei o suficiente para lhes ter feito pagar pelos rebuçados que tiraram do supermercado ou pelas revistas do jornaleiro e dizerem ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu vos amei o suficiente para ter ficado em pé, junto deles, duas horas, enquanto limpavam seus quartos, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu vos amei o suficiente para lhes deixar ver, além do amor que eu sentia por eles o desapontamento e, também, as lágrimas nos meus olhos.
Eu vos amei o suficiente para lhes deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu vos amei o suficiente para lhes dizer NÃO, quando eu sabia que eles poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas, foram as mais difíceis batalhas travadas. Estou contente. Venci... Porque, no final, eles venceram também!
E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães e lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão,carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e simplesmente, apenas a verdade. E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar).
Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dos nossos pais!
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como eles foram.
Acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há tantos “maus pais” o suficiente!
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:Eu vos amei o suficiente para lhes ter perguntado aonde iam, com quem iam e a que horas regressariam.
Eu vos amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e ter feito com que eles soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu vos amei o suficiente para lhes ter feito pagar pelos rebuçados que tiraram do supermercado ou pelas revistas do jornaleiro e dizerem ao dono: “Nós tiramos isto ontem e queríamos pagar”.
Eu vos amei o suficiente para ter ficado em pé, junto deles, duas horas, enquanto limpavam seus quartos, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu vos amei o suficiente para lhes deixar ver, além do amor que eu sentia por eles o desapontamento e, também, as lágrimas nos meus olhos.
Eu vos amei o suficiente para lhes deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu vos amei o suficiente para lhes dizer NÃO, quando eu sabia que eles poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram).
Estas, foram as mais difíceis batalhas travadas. Estou contente. Venci... Porque, no final, eles venceram também!
E qualquer dia, quando os meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães e lhes perguntarem se os seus pais eram maus, os meus filhos vão lhes dizer:
Sim, os nossos pais eram maus. Eram os piores do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvetes ao almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão,carne, legumes e frutas. Nossos pais tinham que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles.
Insistiam que lhes disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.
Nossos pais insistiam sempre conosco para que lhes disséssemos sempre a verdade e simplesmente, apenas a verdade. E, quando éramos adolescentes, eles conseguiam até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata!
Nossos pais não deixavam os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para que os nossos pais os conhecessem.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelo menos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aqueles chatos levantavam para saber se a festa foi boa (só para verem como estávamos ao voltar).
Por causa dos nossos pais, nós perdemos imensas experiências na adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.
Foi tudo por causa dos nossos pais!
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o melhor para sermos “PAIS MAUS”, como eles foram.
Acho que este é um dos males do mundo de hoje: não há tantos “maus pais” o suficiente!
Para reunião de pais

GIRASSÓIS E MIOSÓTIS
José Fernandes de Oliveira (Pe. Zezinho)
“ O girassol é flor raçuda, que enfrenta até as mais violentas intempéries e acaba sobrevivendo. Ela quer luz e espaço e em busca desses objetivos, seu corpo se contorce o dia inteiro.
O girassol aprendeu a viver com o sol e por isso é forte. Já o miosótis é plantinha linda, mas que exige muito mais cuidado. Gosta mais de estufa.
O girassol se vira... E como se vira! O miosótis quando se vira, vira errado. Precisa de atenção redobrada.
Há filhos girassóis e filhos miosótis. Os primeiros resistem a qualquer crise: descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda. As mães chegam a reclamar da independência desses meninos e meninas, tal a sua capacidade de enfrentar problemas e sair-se bem.
Por outro lado, há filhos e filhas miosótis, que sempre precisam de atenção. Todo cuidado é pouco diante deles. Reagem desmensuradamente, melindram-se, são mais egoístas que os demais, ou às vezes, mais generosos e ao mesmo tempo tímidos, caladões, encurralados. Eles estão sempre precisando de cuidados.
O papel dos pais é o mesmo do jardineiro que sabe das necessidades de cada flor, incentiva ou poda na hora certa. De qualquer modo fique atento.
Não abandone demais os seus girassóis porque eles também precisam de carinho... E não proteja demais os seus miosótis.
As rédeas permanecem com vocês... Mas também a tesoura e o regador.
Não neguem, mas não dêem tudo que querem: a falta e o excesso de cuidados matam a planta...”
CUIDE BEM DO SEU GIRASSOL E DO MIOSÓTIS!!!
O nó do afeto
Em uma reunião de Pais, numa Escola da Periferia, a Diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos. Pedia-Ihes, também, que se fizessem presentes o máximo de tempo possível.Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar a entender as crianças.
Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou a explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar, era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando ele voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.
Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho a que tentava se redimir indo beijá?lo todas as noites quando chegava em casa.
E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria.
Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada com aquela história singela e emocionante.
E ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.
O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras de um pai ou uma mãe se fazerem presentes, de se comunicarem com o filho.
Aquele pai encontrou a sua, simples, mas eficiente. E o mais Importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo a um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias.
É válido que nos preocupemos com nossos filhos, mas é importante que eles saibam, que eles sintam isso. Para que haja a comunicação, é preciso que os filhos "ouçam" a linguagem do nosso coração, pois em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.
É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o ciúme do bebê que roubou o colo, o medo do escuro. A criança pode não entender o significado de muitas palavras, mas sabe registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho.
E você... já deu algum nó no lençol de seu filho, hoje?
Como aprimorar a capacidade de aprendizagem dos seus filhos?
“Os pássaros voam, os peixes nadam; o homem pensa e aprende.” John Holt, Autor e Educador.
Os seguintes hábitos e características podem ajudar a sua família a tornar aprendizagem um sucesso:
1- Lembrar amorosa e constantemente os filhos do elevado, mas razoável padrão de comportamento que se espera deles.
2-Encarar o trabalho diligente como chave para o sucesso.
3-Manter um estilo de vida ativo, não sedentário.
4-Toda semana, gastar muitas horas em casa com a aprendizagem dos filhos e atividades que incluem lições de casa, leitura com lazer, passatempos, projetos em família, tarefas e treinamento para realizar serviços domésticos.
5-Encarar a família como sistema de apoio mútuo e ajuda para resolver problemas
6-Fazer com que as regras domésticas sejam bem entendidas e coerentemente cumpridas
7-Manter contato freqüente com os professores
8-Dar ênfase ao crescimento espiritual
Fonte: Revista Despertai! 08/08/2004 publicada pela Associação Torre de Vigia de Bíblias e Tratados.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Jardim de Infância... Pedro Bial
Tudo o que hoje preciso realmente saber, sobre como viver, o que fazer e como ser, eu aprendi no jardim de infância.
A sabedoria não se encontrava no topo de um curso de pós-graduação, mas no montinho de areia da escola de todo dia.
Estas são as coisas que aprendi:
1. Compartilhe tudo;
2. Jogue dentro das regras;
3. Não bata nos outros; nem ignore os sentimentos dos outros
4. Coloque as coisas de volta onde pegou;
5. Arrume sua bagunça;
6. Não pegue as coisas dos outros;
7. Peça desculpas quando machucar alguém; mas peça mesmo !!!
8. Lave as mãos antes de comer e agradeça a Deus antes de deitar;
9. Dê descarga; (esse é importante)
10. Biscoitos quentinhos e leite fazem bem para você;
11. Respeite o limite dos outros;
12. Leve uma vida equilibrada: aprenda um pouco, pense um pouco... desenhe... pinte... cante... dance... brinque... trabalhe um pouco todos os dias;
13. Tire uma soneca a tarde; (isso é muito bom)
14. Quando sair, cuidado com os carros;
15. Dê a mão e fique junto; dê sua solidariedade a seus familiares e entes queridos
16. Repare nas maravilhas da vida;
17. O peixinho dourado, o hamster, o camundongo branco e até mesmo a sementinha no copinho plástico, todos morrem... nós também.
Pegue qualquer um desses itens, coloque-os em termos mais adultos e sofisticados e aplique-os à sua vida familiar, ao seu trabalho, ao seu governo, ao seu mundo e vai ver como ele é verdadeiro, claro e firme.
Pense como o mundo seria melhor se todos nós, no mundo todo, tivéssemos biscoitos e leite todos os dias por volta das três da tarde e pudéssemos nos deitar com um cobertorzinho para uma soneca. Ou se todos os governos tivessem como regra básica, devolver as coisas ao lugar em que elas se encontravam e arrumassem a bagunça ao sair.
Ao sair para o mundo é sempre melhor darmos as mãos e ficarmos juntos.
É necessário abrir os olhos e perceber que as coisas boas estão dentro de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos nem os desejos de razão.
"O importante é aproveitar o momento e aprender sua duração, pois a vida está nos olhos de quem souber ver"...
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
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